domingo, 2 de março de 2014

O Planetário

Planetario fotos Lula Lopes 6

O Planetário de Brasília é um centro científico, cultural, histórico e de entretenimento. Trata-se de uma ferramenta pública capaz de levar imagens sobre o universo e a vida pelas lentes de modernos equipamentos de projeção. As projeções são capazes de propocionar ao público momentos únicos, tanto para diversão, quanto para a construção do saber. O edifício também oferece espaço para eventos, oficinas e palestras.
Para balancear o respeito ao passado e a necessidade de busca pelo futuro, o Planetário conta com o equipamento de projeção original, o SpaceMaster, assim como um novo modelo atualizado, o Power Dome VIII. Os aparelhos podem ser utilizados juntos ou separados. Vale ressaltar que os projetores levam a assinatura da empresa Carl Zeiss, uma empresa que é referência na fabricação de planetários do globo.
Cada sessão da cúpula de exibição comporta até 80 visitantes nos bancos e há disponibilidade para dois cadeirantes, em espaços devidamente definidos. No sentindo e promover imagens únicas, a cúpula possui 12,5 metros de diâmetro. Além dos filmes, o Planetário tem a disposição o Uniview, um programa de computador com uma vasta galeria de informações e imagens sobre o cosmo. Com alguns cliques no computador os operadores de projeção podem fazer verdadeiras aulas para a platéia.
O telefone de contato no horário comercial para informações sobre o Planetário de Brasília é (61) 3361-6810.
Clique aqui e entenda o Funcionamento do Planetário de Brasília.

Histórico

O Planetário de Brasília começou a projetar as estrelas para a população em 15 de março de 1974. Sem demora, passou a ser um dos pontos turísticos mais visitados de Brasília. O prédio foi projetado pelo arquiteto carioca Sérgio Bernardes. Sua estrutura remete à imagem de um disco voador pousado sobre o gramado do Eixo Monumental.
De 1974 até 1997, esteve sob responsabilidade da então Fundação Cultural do DF, vinculada à Secretaria de Cultura do DF. Até meados de 1990, estima-se que mais de um milhão de pessoas estiveram no monumento.
Conforme documentação pesquisada na SECTI o Planetário teve as atividades da cúpula suspensas a partir de meados de 1997. O prédio até ficou aberto por algum tempo depois disso, mas como a cúpula é o cerne da estrutura, a pasta considera a suspensão de suas atividades como marco do período de fechamento.
O ponto de partida para a suspensão das atividades foi a necessidade de reforma do monumento. A princípio, seria apenas uma reforma superficial, mas estudos indicaram a necessidade de uma obra de recuperação estrutural. O processo correu por muitos anos e com o passar do tempo surgiu a necessidade de manutenção e atualização do sistema de projeção na cúpula. Outro ponto deste processo foi a transferência da gestão da Fundação Cultural para a então Secretaria do Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (SEMATEC).

Equipamentos

SpaceMaster

 MG 1385
Ao ser inaugurado, o Planetário de Brasília recebeu o equipamento mais avançado da época, o projetor central astronômicoSpaceMaster. Construído pela empresa alemã Carl Zeiss, o equipamento foi por muito tempo a peça mais moderna do DF. Além de mostrar a Via Láctea,  o Sistema Solar, as fases da lua e as constelações, o Planetário mostrava a reconstrução do céu de Jerusalém na época de Jesus Cristo. As lentes ainda eram capazes de saltar para o futuro, projetando o céu do ano 2050. OSpaceMaster passou por uma completa revitalização para voltar a operar.

Power Dome VIII

É uma ferramenta digital munida de tecnologia de ponta. O Power Dome VIII, foi projetado para ser a atualização tecnológica do SpaceMaster. Só existem dois desse aparelho no mundo, ambos na Alemanha. E Brasília será a primeira cidade do Brasil a utilizar esse moderno equipamento.
Dentro do novo projeto, o Power Dome pode ser utilizado sem o SpaceMaster e vice-versa.  Em linhas gerais, esta ferramenta possui oito pequenos projetores que estão distribuídos ao redor da cúpula e um sistema de som formado por 12 caixas acústicas. Esta solução tecnológica consegue proporcionar projeções multidisciplinares imersivas com efeitos visuais tridimensionais. Em outras palavras, esta tecnologia consegue gerar na platéia a sensação de que cada espectador está imerso entre as imagens e o som de cada apresentação.   
Dentro da nova estrutura do Planetário é possível ir além do estudo do universo com o novo sistema de projeção. Por exemplo, é plenamente possível exibir filmes sobre a temática dos terremotos.  

Papel de um Planetário

A cada ano mais de 80 milhões de pessoas visitam planetários pelo mundo. Estima-se que estejam em operação 1.500 monumentos deste tipo. Os números são da Sociedade Internacional de Planetários e revelam um pouco da importância destas ferramentas de pesquisa, tanto para a formação cientifica quanto para difusão da cultura.
A maior parte deles está nos Estados Unidos, no Japão e na Comunidade Européia. O Brasil conta com mais de 30 desses monumentos, espalhados por vários Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo, Goiânia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os planetários criam ambientes que nenhum tipo de experiência na sala de aula, livros, televisão ou monitor de computador são capazes de gerar. Estas ferramentas podem reproduzir o céu de qualquer lugar da Terra, em qualquer dia do ano e em qualquer instante, seja presente, passado ou futuro, criando uma visão espacial muito próxima da realidade.
Em poucos minutos, é possível reproduzir, com precisão, os movimento e os ciclos do universo, até mesmo os mais longos, que demoram milhares de anos para acontecer. Os planetários podem incentivar crianças e adolescentes a se interessarem por pesquisas científicas e tecnológicas.

(Fonte: http://www.sect.df.gov.br/)

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